Parece que estamos de mudança mas não estamos, quer dizer, não de casa pelo menos.
Mas estamos destralhando e doando e vendendo tudo o que não faz mais sentido manter aqui em casa.
Se antes era eu que costumava fazer isso, agora é o marido que enjoou de ter coleções de coisas que não gosta mais. Séries que nunca assistiremos novamente (porque nem temos mais aparelho de DVD, viva o netflix!), CDs, cabos que nem sabemos mais para que servem, fotos e mais fotos impressas de tempos remotos (essas ainda renderão um outro post), manuais que nunca folheamos (quem ainda procura algo em manual de papel?).
Começou com o rack da sala que era grande e estava vazio (por causa de mãozinhas curiosas) e que começou a me incomodar. Como temos um combinado de que para entrar algo novo, algo velho precisa sair, marido concordou que poderíamos pensar em outra coisa depois que vendêssemos o móvel.
Vendemos o móvel, sobrou uma porção de coisas que estavam dentro dele e que nem lembrávamos para que serviam! E o que fazer com tanta coisa que não tem utilidade pra gente?
Marido colocou nos classificados online. E vende um baleiro aqui, uma coleção de séries ali, a banheira da criança que agora toma banho de chuveiro, uma caixa de brinquedos que é muito maior do que a quantidade de brinquedos aceitáveis numa caixa só.
E como estamos tirando as coisas do lugar, aproveita pra simplificar o canto de costura, já que eu nem costuro mais tanto assim. E pra jogar fora os papéis acumulados, quanto papel acumulado! E como acumulamos coisas, e como essas coisas nos possuem, nos dão trabalho e exigem manutenção.
É por isso que estamos vendendo. E destralhando. E desapegando.
A casa está ficando mais limpa, mais leve e nossas mentes também.
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